quinta-feira, 26 de julho de 2012

TARÔ - O LEGADO DA ANTIGUIDADE


“De acordo com a tradição, os sacerdotes de Memphis, prevendo a queda da civilização egípcia, ocultaram seus conhecimentos sob a forma de um baralho que, hoje em dia, é conhecido pelo nome de Tarô e o legaram aos profanos, sabendo que, devido ao hábito do jogo, tais conhecimentos chegariam à posteridade.”



As palavras acima foram extraídas do livro: “Os arcanos maiores do Tarô” de G.O.Mebes. Um clássico que não pode faltar em sua biblioteca, se você quiser se aprofundar no conhecimento do Tarô. E conforme dito, assim foi. O jogo vive entre nós e entre nós vive o conhecimento. Quer tenhamos consciência dele ou não. Ele esta ali para ser percebido e reconhecido. Muitos antes de nós o fizeram e muitos depois de nós ainda o farão. Reconhecer a sabedoria que esta diante de nós, mas que se revela somente para aqueles que buscam por ela.


Como o próprio prefácio da edição Russa nos fala:

 “Aquele que estudar esta Enciclopédia , aplicando a si próprio as diretrizes nela contida, poderá sem temor lidar com os ramos especiais de cada um dos três graus da Iniciação do ocultismo, os quais, de modo breve, podem ser chamados ciclos CABALÍSTICO, MÁGICO e HERMÉTICO!”

Por isso o estudo do Tarô vai muito além das fronteiras da adivinhação.  O tarô é uma herança preciosa que os antigos sábios nos deixaram. Dele verte a própria vida representada de forma tão simples, quanto complexa. Resguardada em símbolos universais revelados àqueles que buscam por ele. Muitos livros, muitas interpretações. A essência, uma só. Suas lâminas contêm o conhecimento dos mistérios da própria existência.  Portais que nos conduzem por muitos caminhos e estágios em direção a nossa evolução.

O Tarô é mais do que conhecimento intelectual, é a expressão da vida que será experimentada por cada um de nós no eterno ciclo das existências. Todas as portas, representadas pelos Arcanos, deverão ser abertas. Cada uma no seu tempo e, por todos nós, em tempos diferentes. 
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